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Estórias

- Rápido! Você é mais lenta que uma tartaruga. - gritava rudemente o professor, sentado na cadeira que lhe era de direito e com os pés apoiados na mesa, esperando que a menina trouxesse a comida que pediu.
A garota tinha acabado de entrar na sala, ao ouvir os gritos do professor cuidadosamente levou e deixou em sua mesa a bandeja com a comida e se afastou, sem lhe dirigir o olhar.
- Os elfos estão inquietos, senhor. Desculpe-me pela demora.
O professor olhou com indiferença para a bandeja, tirou os pés da mesa e se levantou, pegando com a mão um dos bolinhos de carne do prato.
- Isso está péssimo, seu senhor não ficará feliz, e se eu tiver uma dor de barriga e morrer, hã? – Ele olhou para o lado instintivamente, na direção da janela. - O que é isso? - Largou o bolinho na mesa e sacou a varinha que estava segura em seu bolso, se aproximando cautelosamente, olhando então para os terrenos do castelo.

BAM.

- O que é isso? - ele repete com a voz mais rude, como se esperasse uma explicação da aluna. Fortes clarões invadem a sala de aula, geralmente mal iluminada aquela hora do dia.

BAM

A porta de entrada da escola foi derrubada.

O professor se afasta da janela, segura a garota pelo pulso e corre para fora, sem falar nada.


**

Gritos ecoavam pelo grande salão, lamentos e vozes chorosas não encontravam consolo enquanto todos corriam apressados para se esconderem. Alguns poucos alunos estavam em pé, em posição de ataque com a varinha empunhada, determinados em continuar e lutar até o fim para proteger seu lar. Atrás deles, um olhar assustado em meio ao sangue. O corpo caído de maneira impiedosa, a varinha lançada para longe das mãos da mulher. Seus longos cabelos loiros ainda brilhavam em meio ao vermelho.

*
- Temos um traidor entre nós. A diretora está morta.


Stroof Hale Sommers

O jovem titular de Astronomia, descia as escadas desesperadamente, com sua varinha em mãos olhando para todos os lados sem saber oque fazer.

Ele se deparou com acromântulas e trasgos, protegeu alunos e habitualmente lutou .

Ouviu-se um grito grave e intenso vindo do Salão Principal. Gigantes saíam pela porta do mesmo e alunos assustados disparavam de vários lugares para avistar o acontecido. Ele tinha batido a cabeça ao chão de pedras do salão, sua varinha rolava de sua mão. Mais um Gryffindor honrava a tradição de bravura. O coração de Stroof não pulsava mais .


Luiza Berti Malfoy

''Não havia mais para onde correr. O barulho a havia acordado. Naquele momento, nada importava, além das pessoas que estavam ali, que, depois de cinco anos, ha'viam se tornado uma nova família. Uma nova vida. A menina trouxa, assustada e tímida não vivia mais naquele corpo, graças a aquela gente que agora, estava sendo atacada.

Enquanto corria escorregando pelos corrimões e atacando, tanto com feitiços quanto com adagas o que estivesse na frente, ela recorreu à memoria. Não apenas para recordar feitiços que havia muito tempo que não praticava. Não mesmo.

Os melhores cinco anos de sua vida passaram por seus olhos. Cada risada, cada passo, cada soluço, cada fala ecoava em seus ouvidos. Gritava os feitiços, se concentrando o máximo que alguém em seu estado conseguiria se concentrar. Sabia que não iria aguentar muito tempo. 'Foco, Luiza! Sem moleza, não agora!' Ela gritava, mentalmente. Mas haviam dois dias que ela não tomava a insulina que a mantia de pé. Dois dias que poderiam ter evitado o que aconteceu logo a seguir.

Houve um tranco, e então ela sentiu o abdome perfurado. Como se não bastasse, a clava do trasgo voltou, saindo do seu corpo. Uma lâmina quase imperceptível na ponta da arma. E justo ela, a irmã da garota que amava lançar as lâminas, fora morta por uma.

Ela desabou. Já estava no hall. Quase lá. Quase havia chegado no Salão Principal, onde pelo menos conseguiria se despedir, usar as últimas energias para lembrar. Mas ali, no meio do caos, ela só conseguia se concentrar no furo bem no meio de sua barriga. Pressionou a mão sobre a ferida, para tentar estancar, mas o sangue saia por baixo. O brasão vermelho já era imperceptível sob o sangue. Olhou para cima, para o teto, enquanto os cantos da visão escureciam. E apesar da dor, apesar do caos, ela não pode deixar de sorrir. Não pode deixar de estampar na cara que não se arrependia de nada. E lutando contra o próprio corpo, contra o sangue que um dia fora seu aliado, mas que agora fugia, berrando, para fora de seu corpo, tudo ficou branco.

E, horas depois, quando o seu corpo sem vida foi encontrado, os olhos abertos e vidrados encarando o teto ainda retinham um lampejo do último sorriso da menina''


Jasmine Coest

Eu estava em um sono pesado. Na sala de poções mesmo, faltava cerca de 2 horas para começar minha aula na 4ª feira; Eu estava fazendo o planejamento de minhas aulas, e com a exaustão, acabei adormecendo. Um barulho estrondoso se fez e eu com um pulo, acordei. Meu coração disparou, achei que alguém houvesse quebrado algum vidro (ou vários, pelo barulho). Quase cai da cadeira. Ainda assustada, levantei.
Peguei uma xícara com um líquido vermelho espesso que estava ao meu lado, mas sem nem me dar conta, o bebi. O gosto estava estranho, ao meu paladar, lembrava o gosto de cereja silvestre.
O barulho continuou e eu decidi sair da sala. Quando realmente acordei do sono, pelo susto que levei com o que vi, preferi voltar a dormir. Acho que estava tão pasma que minha visão ficou turva. Olhei os alunos correndo, desesperado e funcionários lançando feitiços para defender a si mesmos, a escola e, os alunos; não acho que foi possível, pois se tivessem conseguido antes, nada daquilo estaria acontecendo.
Eu fiquei paralisada com tal acontecimento que não conseguia me mexer. Atrás de mim, ouve um estrondo tenebroso. Vi vários diabretes destruindo os frascos de poções e lobisomens invadindo. Subitamente, saquei a varinha. Os diabretes olharam para mim mas não deram importância, já os lobisomens... Um deles tinha um olhar horrível, que me fez ficar de pernas bambas. Eles caçoaram.
A minha visão, sem mais nem menos, foi ficando escura. Pensei se algum deles tinha algum domínio sobre minha mente, mas aparentemente, não.
Minha mão, na qual eu estava segurando a varinha, ficou tremula, assim como minhas pernas... Desabei de joelhos, ouvi os passos ao meu lado, fui para pegar minha varinha, mas ela havia caído longe. O lobisomem, aquele que acabara de me amedrontar, me levantou pelos cabelos, sem dó nem piedade. Não tinha como lutar, era impossível. Ele me empurrou contra a estante, com força, o que me fez gemer. Ele me segurou pela garganta e me jogou para o outro lado da sala.
Antes de desmaiar, olhei para a minha mesa, e quando vi, percebi que não tinha tomado chá, e sim uma poção que tinha feito experimento antes de cair no sono.
E por fim, desmaiei com a horrível cena do lobisomem me atacando.










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Mãe de Bruno, Hécatt, teve uma morte pós-parto e era uma bruxa incomun. Seu pai, Brian, abandou Hécatt grávida antes de Bruno nascer, porén era trouxa. Bruno nasce e vai ''morar'' em um orfanato. Vai para Hogwarts, e lá ele se forma. Aos quinze anos, vai até Little Hangleton que é a vila onde sua m]ae morou. Lá ele conhece seu tio Morfino que lhe conta da natureza não mágica de seu pai e que sua mãe sim era bruxa, e mais, que Hécatt era Avaradora e que estava pronto para lhe ensinar a controlar este dom. Tomado pelo ódio e rancor, Bruno assassina seu próprio pai trouxa e seus tios trouxas. ''.

'' Bruno sabia que era um Avarador, mas não sabia o que fazia de um bruxo um Avarador. A única coisa que sabia é que fisicamente ele era igual a todos, então devia ser algo mágico, algo que não pudesse ser visto. Também não encontrava tradução para esta palavra em nenhum dos livros da biblioteca em Hogwarts. Tomado pela curiosidade e ignorância, ele pergunta para o professor em que ele mais arriscava ser o mais indefeso. Então este professor de seu tempo exclica que um Avarador é um bruxo que não necessita obrigatóriamente de uma varinha de condão para canalizar seu poder mágico, se avantajando da escolha de lançar mágias atrávez das mãos. Mas, é claro que Bruno não contara naquele mesmo dia ao professor por quê primeiro gostaria de tentar sozinho, e também por não fazer sentido contar no imediato. Passado aquele dia, Bruno começara a ir a Sala Precisa três vezes por semana para reproduzir feitiços canalizando seu poder mágico através das mãos. Mas fora mas difícel que o previsto e mais próximo que Bruno conseguiu de controlar seu dom foi levitar uma pedrinha alguns metros do chão. Passaram-se duas semanas de tentativas frustrantes, e Bruno se convenceu que sozinho nunca controlaria seu dom. Então, Bruno recorreu pela segunda vez ao professor. De primeira o professor não acreditou, e o pior, desconfiou de Bruno que por sua vez teve que fazer uma demonstração levitando uma pedra da mesa do professor. A partir deste momento os dois começaram a se encontrarem mais seguidamente, quase todos os dias, incluindo os dias de férias. Bruno teve algumas aulas teoricas e em seguida estava pronto para pratica. O professor exclicara que Bruno não conseguia bons resultados como Avarador por quê sua habilidade com as varinhas ainda eram poucas. Quanto mais ábil com a varinha, mas ábil sem a varinha. A partir daí, Bruno começou a utilizar bem mais a varinha do que antes, fazia quase tudo com ela, a magia fluia ao seu redor o que quer que ele fazia. Até que Bruno começou a notar que seu dom havia crescendo cada vez mais pois, Bruno conseguia agora reproduzir alguns feitiços sem a varinha. O professor havía lhe lembrado que a regra mais importante de ser Avarador é manter este dom em segredo, pois poderia surpreender seu adverário em alguma situação difícel caso tenha sido desamardo com a varinha. E esta foi uma das razões que seu treinamento estava acontecendo em segredo absoluto, até mesmo dos demais professores. Dentro de alguns anos, Bruno foi quebrando as barreiras de complexidade de reproduzir magia sem o uso obrigatorio de varinha, e asim foi evoluindo com seu treinamento. Até hoje Bruno guarda uma das cartas escrit pelo professor à Bruno como uma de suas relíquias, que é a seguinte:



'' Bruno Taylor, saiba que és poderoso e pode se tornar um grande bruxo se souber dar cartadas certas. Seu treinamento está acabado comigo, mas lembre-se: Enquanto viver você está aprendendo, pois a própria vida lhe ensina coisas que nem mesmo a escola sabe lecionar. Nunca pare de treinar, e sempre tentar aperfeiçoar-se mais neste incrível dom. Obrigado, você me devolveu a vida. ''



Outrora Bruno começara levitando pedrinhas, depois passou a conseguir desarmar seu oponente sem o uso de varinha, logo a petrificar, reproduzir feitiços explosivos e o feitiço mais complexo que Bruno já conseguiu foi conjurar seu Patrono sem a varinha.